Uma coletanea sobre diversidade sexual e minha inabilidade de escrever...

Talvez seja a ideia mais bem posicionada que ouvi nos últimos tempos... uma coletanea de contos de fantasia sobre diversidade sexual. Isso é a abertura de caminhos nunca dante explorados e realmente me apaixonei pela idéia e pelo tema. Acho que muitos deveriam sair do ármario, nem que seja para apoiar a causa no anônimo.
Tenho observado muitas coisas. Uma dela é que falta um tanto de diversão na minha vida, de conhecer gente nova e partilhar opiniões e principalmente ficar chocado com alguma coisa. Estou estudando e trabalhando pra caralho e me dedicando praticamente ao meu namoro e meu ócio vazio.
Essa vida de namorado também não está fácil, é tanto o que se pensar, o que se planejar o que querer.
Fugi um pouco do foco para dizer que foi ela que me apresentou a esses doidos que propuseram essa idéia: juntar fantasia e opçôes sexuais.
É possivel que se leia um Sumério apaixonado por um Bretão ou uma tríade e uma sereia em fuga para viverem juntas em paz!
Desejo-lhes sorte e estarei lá no lançamento. Meu desapontamento é que realmente perdi a mão (se é que um dia tive uma) para escrever sobre fantasia.
Aliás, estou tomado de realidadde demais!
Pois bem, vou contar, se é que já não mencionei em algum post da época ou em alguma observação sobre o assunto mas vamos lá. Todas as vezes que me lembro disso, rio sozinho pela insolitez das coisas.

A um tempo atrás, onde esse pequeno duende aqui que vos escreve recebeu convite de auxiliar a leprechau a tomar conta de uma casa noturna. Eu, me prontificava a ficar na porta de hostess e organizando as comandas, por que no fim na maioria das vezes a leprechau ficava sem seu potinho de ouro na hora de ir embora.
Lá trabalhavam juntos um trol (segurança), um goblin branco e a tia da faxina.
Essa pequena casa noturna dos horrores ficava localizada na boca do lobo: A avenida Consolação!
Essa estrada era (e ainda é) o epicentro de tudo que é diferente. E eu, como fui um duende vaidoso para os padrões duendicos - como gostar de se arrumar retira-se a mágica de ser duende - era confundido com os duendes que gostavam de outros duendes.
Apesar de não ser assim, fingia e fazia de conta que era, que pertencia aquele epicentro e aos poucos, ganhando a confiança de uns, um aperto na bunda de outros tantos a vida naquela pequena casa noturna crescia. E como já li em algum lugar, com maiores poderes vem maiores responsabilidades, as vezes tinhamos - eu e o troll - colocar alguns seres esquisitos no seu devido lugar.
O incrivel que pareça e que sinto falta até hoje é que quem passou a me conhecer de verdade, passou a me admirar, a gostar e até a me imitar ora vejam!
Os frequentadores assiduos foram se tornando uma espécie de família excentrica, cheias de manhas e culpas dentro do ambiente daquela pequena casa noturna que me trouxe tantas alegrias
E assim foi por muitos sabados, muitas madrugadas vendo criaturas se libertarem das amarras de seu dia a dia e abrindo a mente para várias coisas.
E eu ficava na porta até determinado período, depois subia as escadinhas atravessando a pequena barreira transparente e deixando os desaforos, as bobagens e as cantadas lá fora. Era hora de se embalar na musica, no canto, nas bebidas e nas outras criaturas.
Sendo duende, sempre procurei encontrar uma driade sozinha, uma bruxinha as vezes e é claro observando, aprendendo e sendo abusado pelos gnomos, elfos, anões, gigantes e seus amores por pessoas iguais a eles (é do mesmo sexo!)
Sempre tentei humanizar algumas atitudes, até as mais absurdas! Mas aquele dia esse pequeno duende sofreu, a magia pareceu ser revertida.
Lá havia um grupo interessante de várias fadas e suas versões masculinas (que não eram tão masculinas assim) brincando de se tocarem, todos ali ao mesmo tempo.
Esse duende conhecia a maioria deles, e havia a fadinha que ele queria lá no meio.
Ele sentou ao lado deles mesmo porque estava encantado pela faceirice fadistica.
Cada fadinha/fadinho recebia um agrado e assim ia até a ponta aonde estava sentado... Observando e sendo observado.
É claro que esse duende se sentiu atraido para aquela situação, era encantadora e desafiante, mas o duende não tinha nenhum interesse pelos fadinhos. Ele nunca teve, sempre soube respeitá-los desde que não passassem muito dos limites, ele só queria uma, uma fadinha.
E naquela brincadeira, uma fadinha viu o pequeno duende sentado a observar e sorrir. E ela o olhou nos olhos e disse: Ei,e aquele duende sentado na ponta, ninguem quer chamá-lo para participar?
E um dos fada respondeu: Gente esse duende não, vocês não sabem que ele gosta de femeas?
Então o grupo de fadas olhou o pobre duende sentado, chocado diante dessa afirmação e então o grupo se foi como mágica e o duende se sentiu um monstro do pantano, por ser como todos lá fora embora sua mente fosse muito mais aguçada que aqueles humanos do lado de fora - que nem eram tão humanos assim porque se fossem iriam entender!

Fim?

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dor de cabeça e calor




Gente como esses dias quentes estão acabando comigo! eu estou esgotado e cansado pra caramba...
Está até dificil de refletir sobre os assuntos, mas sempre há como né!
Ultimamente entrei para o cartel dos que querem dinheiro, porque viver só com o que ganho está ficando impossivel...
Começo tambem a me preocupar com detalhes que deveriam ser ignorados, mas não esquecidos. Talvez minha dificuldade em colocar as coisas nos eixos pela falta de grana que mencionei esteja me deixando raivoso por saber que você está com idéias e ve a vanguarda das coisas, está na margem de conseguir o que quer mas fica patinando e sabendo que se você não fizer nada alguém fará na sua frente.
Pensei em arrumar um socio para meus projetos, mas ainda sim sinto o frio na barriga de ser passado para trás como vejo muito por aqui. Trabalhar com Direito (que para mim não é direito é safadeza das grossas - e eu não falo isso porque aqui ninguem ganha dinheiro e não é apologia a ser desonensto é a ser esperto e não deixar os clientes lhe passarem a perna que é bem diferente) me desanima.